sábado, 30 de junho de 2012

Escrever: o que tenho aprendido até aqui - VI


Um texto com personagens sem gênero definido torna-se mais rico por poder moldar-se à silhueta de quem o lê, por maiores possibilidades de configuração. Tentei fazer isto no conto UM QUANTUM DE FELICIDADE. Estender a idéia a todo um livro? Grande desafio, mas se pode implementar. García Marquez não conseguiu desviar de palavras terminadas em '–mente'? Certos detalhes, só um leitor mais sensível para 'pegar'. Do sonho à realidade, com tempo e vontades (Danke, Saramago!) muito se pode alcançar.

Explicaçãozinha: em "E tudo isso num quantum de tempo que a mim pareceu infinito.", A MIM refere-se à figura incógnita de quem narra a cena, não se refere A MIM, autora do conto.




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