sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Coisas de São Google


Onze do onze de dois mil e onze,  onze e onze ou mais pra lá, eu computo, tu computas, vamos computar!

Mais amor que ódio, mais loucos do que sãos, mais trabalho que preguiçosos, mais palavras que ação; mais doce que amargo, mais laranja que limão, mais tristes que casados, mais políticos que ladrões; mais honestos que enganados, mentiras que confirmação, mais justiça que pecado, menos cegos que visão; menos bobos que artistas, mais poetas que artesãos, mais dor do que alegria, mais fé do que razão; menos ditos do que feitos, mais pressa que perfeição, mais brinquedo que desatino, mais verdade que ilusão; menos pobres do que ricos, bandidos do que heróis, prazer que desafio, mais juntos do que sós.

E para quem não crê, aqui os números:

amor 701.000.000
ódio 147.000.000
loucos 8.910.000
sãos 1.430.000
trabalho 257.000.000
preguiçosos 678.000
palavras 157.000.000
ação 129.000.000
doce 95.700.000
amargo 13.400.000
laranja 26.300.000
limão 16.300.000
tristes 61.300.000
casados 29.300.000
políticos 115.000.000
ladrões 6.370.000
honestos 12.200.000
enganados 2.820.000
mentiras 36.100.000
confirmação 25.000.000
justiça 103.000.000
pecado 33.000.000
cegos 4.710.000
visão 61.000.000
bobos 28.500.000
artistas 268.000.000
poetas 23.000.000
artesãos 2.090.000
fé 1.360.000.000
razão 56.000.000
dor 99.400.000
alegria 85.900.000
ditos 11.200.000
feitos 38.100.000
pressa 17.800.000
perfeição 7.670.000
verdade 108.000.000
ilusão 9.270.000
brinquedo 14.000.000
desatino 6.830.000
pobres 54.200.000
ricos 125.000.000
prazer 43.500.000
desafio 44.400.000
bandidos 12.800.000
heróis 29.300.000
juntos 133.000.000
sós 5.630.000
Helena Frenzel
Também publicado no Recanto das Letras por Helena Frenzel em 11/11/2011
Código do texto: T3330607


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Um comentário:

  1. Gostei muito, Helena. Eis uma forma de lidar com a enigmática dos números de forma propositiva e ainda por cima, poética. Abraços. Paz e bem.

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