domingo, 15 de maio de 2011

Coisas da vida, assim diferentes, assim...



... interessantes! Muito. Dia outro, no Bluemaedel, na lista dos que me acompanhando vão, vi o nome da menina moça mulher. Pouco importa o estágio da vida, sexo, coisa e tal, só sei o nome, estou quase convencida: cérebro assexual. É. Falo de Carol Piva, do blog TheArtBrazil. Não a conhecia, não conheço ainda, nem sei se virei a conhecer, mas achei legal, não só a companhia, também o jeito de escrever. Jeito que eu não conhecia ainda, por isso original, digo, proposta que combina com o que chamo Livre Literatura, nova, nada libertina, inteligente, as Letras, e sem querer enquadrar, e mais longe de mim ainda rotular querer o que ela faz. Na Literatura permitido, tudo é, gostos todos têm lugar, ene e pê recepções. Me arrisco assim falar sobre quem ou o quê não conheço, bem ainda, postura nada profissional, pagar pra ver, opiniões mudam, impressões intuitivas apenas, normal do ser humano e humana ainda sou. Não sei se é bom ou ruim, achei diferente. É que coisa nova e diferente recomendo, não custa nada ir lá, ler,  lentes próprias ou alheias, ler, também o site Página Cultural. Sem conhecimento de causa, coisa e gentes, deixo falar a intuição: interessante, muito interessante o que por lá vi, até o momento. Confira! Aí, Carol Piva, não sei quem é você, mas agradeço a companhia. Valeu, sucesso prucê!


P.S.: Não se trata de cópia de estilo (estou certa de que não nasci pra isso, copiar), apenas quis chamar a atenção pra algo que achei legal!

Um comentário:

  1. Helena, minha querida... Li-reli. E eu aqui, contigo agora e de há muito, encantada num de sempre em bastantes, pois que agora, minhanossa!, agraciada imenso por palavras suas. E tanto mais. Bocado-além ainda pra um de tempo incalculável, sabe?

    Um algo que preciso te contar - ora se não! Quando vi palavras suas lá no blogue, e então eu também zás pra cá, e depois de um tanto emudecida por doçura de você pra mim aqui, eis que o que te conto é: que eu estava no principiando um ficcionismo-coelho pra hoje. De modo que eu, sem altura alcançável pra um dizer todo agraciamento de mim pra mim com presença sua sempre, e ainda com isso tudo-lindeza que cê aqui pra mim, então que a única coisa que eu conseguia pensar era que, na toada muita do que cê sente, fiquei na querência de dedicar procê o tal texto - o de hoje. Me saiu mais fluido depois de cê me agraciando hoje, tendo já sempre.

    Então isso, querida: agraciada eu, e pode saber que muito, tanto que eu mesma não saberia medir [ou enxergar] pra te dizer assim... de preciso. "Se olho [então choro] [mas ainda rogo]", com todas as imaginaturas de acentuação abrindo ou fechando, ficou mesmo sendo procê, tá? E eu: com gosto-além de te dedicar este meu hoje-coelho...

    Abraço grandão procê!

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